Baltasar Borba Gato
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Baltasar Borba Gato (São Paulo, 1655 – Santana do Parnaíba, 27 de outubro de 1698) foi um bandeirante paulista.
Filho de Belchior de Borba Gato e Ana Rodrigues de Arzão, esta por sua vez filha de Cornélio de Arzão e Elvira Rodrigues. Teve como tutor seu tio, Manoel Rodrigues de Arzão, devido à morte precoce de seu pai. Na data de 1 de abril de 1674, aos dezenove anos, pede na então Villa de São Paulo por sua emancipação, dizendo que sua idade era de vinte e cinco anos (o que não era verdade) e alegando que um irmão seu mais novo já havia se emancipado.
Casou-se com Mariana Domingues, filha de Antonio Domingues e Isabel Fernandes, com quem teve os seguintes filhos:
- João de Borba Gato, nascido aproximadamente em 1674;
- Francisco de Borba Gato, nascido aproximadamente em 1676;
- Antonio de Borba Gato, nascido aproximadamente em 1678;
- José de Borba Gato, nascido aproximadamente em 1680;
- Catarina de Borba Gato, nascida entre 1680 e 1684;
- Ana de Borba Gato, nascida aproximadamente em 1690;
- Maria de Borba Gato, nascida aproximadamente em 1694;
- Sebastiana de Borba Gato, nascida aproximadamente em 1698;
- Isabel de Borba Gato, nascida aproximadamente em 1699
Foi confundido pelo pesquisador Azevedo Marques com seu pai, Belchior Borba Gato, como sendo a pessoa que levou ao rei Dom João IV de Portugal a petição dos paulistas contra os jesuítas no ano de 1641 durante a Botada dos padres fora. Tal erro se repetiu comumente desde então, embora seja desmentido por Pedro Taques.
Sua esposa, Mariana Domingues, faleceu em 1 de maio de 1704, também em Santana do Parnaíba.
[editar] Referência
- ATHAYDE, Augusto de. Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira;
- Projeto Compartilhar [1], de Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira.