Dukes v. Wal-Mart
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Dukes v. Wal-Mart Stores, Inc. é um processo por discriminação sexual no valor de 11 bilhões de dólares, e a maior ação popular pelos direitos civis da história dos Estados Unidos. Ele acusa a rede Wal-Mart por discriminação contra mulheres em promoções, pagamentos e atribuições de trabalho em violação ao parágrafo VII do Ato dos Direitos Civis de 1964.
O caso teve inicio no ano de 2000, quando uma funcionária de 54 anos do Wal-Mart na California chamada Betty Dukes acionou uma reivindicação de discriminação de sexo contra seu empregador. Apesar de seis anos do trabalho duro e de revisões de desempenho excelentes, Dukes reinvindicou, mas foi negada ao treinamento que era nescessário para que ela avançasse para uma posição salarial maior. (Critics note that Dukes clashed with a female Wal-Mart supervisor and was disciplined for admittedly returning late from lunch breaks.)
Em junho de 2001, o processo teve início na Corte Distrital dos Estados Unidos em São Francisco, no qual foi concedido o status do caso como ação popular. O processante procura representar 1,6 milhões de mulheres, incluindo todas as mulheres que trabalhem ou tenham trabalhado previamente em uma loja do Wal-Mart desde 26 de dezembro de 1998.
Em 2004, a jornalista Liza Featherstone publicou um livro sobre o caso, Selling Women Short: The Landmark Battle for Workers' Rights at Wal-Mart dizendo que o sucesso de Wal-Mart's não está baseado somente em sua mercadoria barata ou em sua popularidade mas também em más práticas de trabalho.