Partido Comunista Brasileiro (1992)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Partido Comunista Brasileiro criado em 1992 a partir de grupo de militantes que deixou o partido durante o X Congresso do Partido Comunista Brasileiro, ocorrido em janeiro de 1992.
Neste congresso, o último do PCB, a maioria dos delegados liderados pelos dirigentes Roberto Freire e Sérgio Arouca optou por mudar o nome do partido para Partido Popular Socialista. O terceiro grupo de militantes que não concordava nem com o grupo que "refundou" o PCB nem com o que mudou o nome do PCB para PPS ficou sem partido.
Atualmente o PCB está organizado em 20 estados brasileiros, contando com uma representação parlamentar reduzida, decorrente de sua baixa representatividade social e sindical. Antes da crise de corrupção, o PCB rompeu com o governo de governo de Luiz Inácio Lula da Silva, pois, segundo resolução de seu congresso, sua política se caracteriza pela continuação de política neoliberal. Participou da Frente de Esquerda, coalisão de visão socialista e classista formadas por PSOL e PSTU, apoiando a candidata Heloísa Helena nas eleições presidenciais de 2006.
O secretário geral do PCB é Ivan Martins Pinheiro e a presidente nacional do partido é Zuleide Faria de Mello. Atualmente se estrutura como um partido de quadros, inserido diretamente na sociedade.
O ano de 2007 começa com o PCB tendo cerca de 20 vereadores e mais dois vice-prefeitos, além de um deputado estadual no Amapá, Jorge Souza, reeleito em 2006. Nas eleições parlamentares de 2006 o PCB não conseguiu eleger representantes ao Congresso Federal e obteve votações abaixo de 0,5% do total de votos válidos no território nacional.
Em 2005 foi fundada a UJC - União da Juventude Comunista.
[editar] Ver também
- Partido Comunista Brasileiro (O primeiro, fundado em 1922)