Pico do Itaguaré
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Pico do Itaguaré é uma montanha situada na divisa dos Estados de Minas Gerais e São Paulo pertencente ao Contraforte da Serra da Mantiqueira.
Possui 2.308 metros de altura em relação ao nível do Mar. A montanha encontra-se no município de Cruzeiro, SP, mas, devido ao lado paulista ser extremamente íngreme, a subida seja feita pelo face mineira, já que a base da montanha se situa no município de Passa Quatro, MG.
Segundo pesquisas o nome Itaguaré pode significar "pedra sagrada" ou mesmo "pedra rachada". Suas encostas são íngremes e conforme a altitude aumenta ficam cada vez mais escarpadas.
Até hoje o cume rochoso da face paulista do pico, com algumas dezenas de metros de altura e mais de 2000 m de altitude, não foi desbravado por nenhum alpinista. Da cidade de Cruzeiro avista-se o pico em todo seu contorno, tendo este a aparência de um "gigante deitado" ou de "nariz de gigante". Embora a zona urbana de Cruzeiro tenha cerca de 70 mil habitantes e diste menos de 10 km do pico, a região do pico do Itaguaré é praticamente deserta e desconhecida dos cruzeirenses. A montanha é inóspita, com ventos extremamente fortes e noites de inverno onde registram-se temperaturas negativas. Alguns pontos de sua subida podem ser utilizados para a prática do vôo livre, sem nenhuma estrutura adequada, entretanto.
Também fica no pico do Itaguaré a chamada "Toca das Andorinhas", uma pequena caverna que refugia milhares dessas aves, ali muito dóceis. Seu acesso é difícil, conhecido apenas pelos raros nativos da região ao redor do pico.
Uma caminhada de cerca de 3 dias que vem despontando recentemente é a travessia Marins-Itaguaré. Exige bom preparo físico.
Também são muito comuns as histórias no local de luzes desconhecidas que entram nas escarpas da montanha. Segundo ufologistas, o pico do Itaguaré situa-se em um corredor Bavic, que são consideradas as aerovias de possíveis "discos voadores". Outros, mais céticos, dizem se tratar de ocorrência frequente de "relâmpagos de bola" ou "fogos de Santelmo".