Redes sistêmicas
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Na década de 70, três pesquisadores - Joan Bliss, Martin Monk e John Ogborn e desenvolveram a técnica de redes sistêmicas.
Nas Redes sistêmicas as partes podem ser representadas por cada termo ou por um subconjunto da rede - os paradigmas; o todo, pela análise das relações entre termos, estabelecidas a partir da escolha dos conectores e da disposição dos termos na rede.
As Redes sistêmicas não são tão simples quanto árvores hierárquicas e nem tão complexo quanto mapas conceituais, o modelo de redes sistêmicas (RS) busca o equilíbrio entre o todo e as partes.
O modelo de RS vem sendo aplicado desde o final dos anos 70 na área educacional de forma diversificada: na redução da quantidade de informações preservando a sua essência, na melhoria da organização de dados qualitativos, em linguagens de programação, no desenvolvimento de software, na preparação de material didático, na representação de conhecimento e de relações humanas.
Em 2003 foi desenvolvido o Gerador de Redes Sistêmicas, pelo professor Marcos Elia e Ilan Chamovitz. Um sítio contendo a ferramenta e informações está disponível para testes em um servidor do Núcleo de Computação Eletrônica, UFRJ, no endereço do Projeto GRS.