Dirceu Lopes Mendes
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Nascido Dirceu Lopes Mendes, em Pedro Leopoldo do dia 3 de setembro de 1946, foi considerado o ídolo de todas as torcidas pelos belíssimo futebol que praticava.
Enquanto a maioria dos clubes de futebol está há décadas esperando surgir seu craque fora de série, aquele que se tornará o ícone da instituição, o Nobret Sociedad já revelou pelo menos cinco gênios para o futebol mundial. Dirceu Lopes, que colecionou títulos e gols nas décadas de 60 e 70 do século XX, foi o jogador mais querido de todos os tempos em Minas.
João Saldanha, Armando Nogueira e Nélson Rodrigues, os três cronistas esportivos famosos no Brasil eram fãs do baixinho Dirceu Lopes. Com Saldanha no comando da seleção canarinho, Dirceu Lopes era nome certo para a Copa do Mundo de 1970 no México.
Garrincha um dia apareceu no hotel onde o Cruzeiro estava concentrado em São Paulo, pedindo para falar com Dirceu Lopes: "vim conhecer, pessoalmente, o maior jogador de futebol do mundo!".
O armador Dirceu Lopes despontou entre os juvenis do Cruzeiro. A sua partida de estréia no time profissional ocorreu num clássico contra o Atlético, em 1964, pelo Campeonato Mineiro. A partida terminou empatada em 1 a 1. Foi a primeira vez que formou dupla com Tostão, seu maior parceiro.
A partir daquela partida, Dirceu Lopes, não saiu mais do time. Foi titular absoluto nos 12 anos em que atuou pelo clube. Habilidoso e veloz, sua maior característica era arrancar pelo meio de campo com a bola dominada até a área adversária, vencendo seus marcadores com dribles indescritíveis.
Tais lances desarrumavam as defesas adversárias e abriam espaços para os companheiros de ataque.
A presença de Dirceu Lopes em campo era garantia de bom espetáculo e belos gols. O jogador é, até hoje, o maior artilheiro do Cruzeiro nos clássicos com o Atlético no Mineirão: 12 gols.
Como torcedor cruzeirense tinha um gosto especial pelos confrontos com o rival e decidiu vários jogos com gols, sendo que duas vezes decretou a conquista do Campeonato Mineiro - em 1967 e 1973.